Produção de caracóis rende três milhões e está a crescer em Portugal

A produção de caracóis em Portugal ultrapassa as 500 toneladas/ano e rende três milhões de euros, mas pode crescer muito se multiplicar as exportações, segundo dados divulgados hoje na Lourinhã no I Encontro Nacional de Helicicultores.

A informação disponibilizada aponta para a existência de centena e meia de produtores, de norte a sul do país, e 300 hectares de área de produção.

Entre 2012 e 2013, o número de produtores aumentou mais de 200%, graças em parte ao financiamento comunitário de projetos.

Antes de 2009, estima-se, existiriam apenas cinco produtores em todo o país, mas a procura por áreas de negócio alternativas à agricultura tem vindo a atrair investidores e em 2013 os produtores eram já mais de 60.

A Helixcoop, a única cooperativa de helicicultores a nível nacional, tinha 13 associados em 2011, quando foi constituída, e hoje possui cerca de 30. 

Em Portugal, são consumidas por ano cerca de 13 mil toneladas de caracóis, de várias espécies, por ano. 

Dados de 2014 apontam para mais de 500 toneladas produzidas e três milhões de euros faturados. Desta produção, 80 a 90% tem como destino o mercado nacional, mas em 2014 o país importou 1,1 toneladas, adquiridas a um preço médio de um euro por cada quilograma.

Em contrapartida, exportou 22,6 toneladas, vendendo o produto a um preço médio de três euros o quilograma e tendo como principais mercados a Espanha, França, Itália, os grandes concorrentes de Portugal no mercado externo. Entre os mercados emergentes estão países asiáticos e árabes.

Os helicicultores querem, por isso, valorizar a produção nacional, combatendo a entrada de outras espécies, como a "caracoleta de Marrocos", vendida a baixos preços e sem grande qualidade, e apostando na exportação e na transformação do produto, por exemplo, com a venda de miolo de caracol ou pratos já confecionados.

"É um produto com grande valor nutricional, nomeadamente proteico, e pode substituir muitas carnes, por ter baixo teor de gorduras", explicou Paulo Geraldes, presidente da Helixcoop, que tem sede na Lourinhã.

Os caracóis têm também compostos bioativos que previnem o cancro, motivo pelo qual os ovos e a baba de caracol são procurados pela indústria farmacêutica. O helicicultor adiantou que 1 a 2% da produção tem já esse destino.

A Helixcoop está a desenvolver um projeto para criar a primeira organização de produtores do país, no sentido de organizar a produção e criar canais de comercialização, não só junto de cadeias de hipermercados nacionais, que já absorvem 15 a 20 toneladas, bem como no estrangeiro.

LUSA

Já conhece o creme de baba de caracol ?

Qualquer mulher que se preocupe com o seu aspeto, sabe a importância de manter um rosto belo e bem cuidado. Um dos grandes segredos é manter a pele do rosto sempre hidratada, até como forma de evitar as rugas nas mulheres mais jovens, no entanto isto não soluciona todos os problemas que a pele possa ter.
creme de baba de caracol é um creme que utiliza precisamente a baba do caracol como ingrediente principal, apesar de esta ideia poder parecer estranha inicialmente, verá que este creme terá efeitos fantásticos na sua pele.
O caracol produz esta baba para conseguir regenerar a sua casca e se o consegue, imagine o que este creme não pode fazer pela sua pele.
O creme de baba de caracol é especialmente indicado para mulher que tem manchas no rosto ou problemas de acne. Existem inúmeras soluções no mercado mas infelizmente, muitas delas acabam por não fazer qualquer efeito, já o creme de baba de caracol por ter uma abordagem completamente diferente, irá provocar melhorias na sua pele do rosto que são visíveis logo após a segunda aplicação.
Conheça o creme que está em voga atualmente e saiba o que ele pode fazer pela sua pele.

Benefícios do creme baba de caracol

Já sabe que o caracol utiliza esta baba para conseguir regenerar a sua casca, descubra agora os benefícios para o seu rosto. Mesmo que não tenha alguns problemas para os quais este creme é indicado, como acne, poderá utilizar o creme de qualquer das formas.
O creme de baba de caracol é natural e sem contra-indicações conhecidas, portanto poderá utilizar como o seu creme habitual. Entre os benefícios deste creme destacamos:
  • Contém alantoína que possibilita a regeneração da pele;
  • Possui vitaminas e proteínas que enriquecem, dão suavidade e possuem um efeito anti-inflamatório;
  • Contém antibióticos naturais que combatem as bactérias da pele, ajudando assim a eliminar o acne;
  • É rico em colagénio e elastina que são componentes do tecido conectivo da pele, logo ajuda a eliminar as rugas;
  • Possui ainda ácido glicólico que permite a esfoliação ou o “peeling”;
  • Entre outros.
Como pode verificar,  o creme de baba de caracol é como a maquilhagem invisível, mantém a sua pele lisa, suave e hidratada, dando-lhe um aspeto saudável sem o uso de qualquer maquilhagem. A partir da primeira utilização vai notar a suavidade na pele, mas a partir da segunda utilização já conseguir verificar que a sua pele se encontra mais lisa e uniforme.
Como utilizar o creme baba de caracol?
O creme de baba de caracol não necessita de condições especiais para a aplicação. Sendo um creme natural que utiliza elementos presentes na natureza, o creme de baba de caracol pode ser utilizado como creme de dia ou de noite. No entanto, uma vez que a maior parte da regeneração da pele ocorre enquanto dormimos, recomendamos a aplicação de noite (se não puder utilizar de dia e de noite).
Para uma maior eficácia e consequente beleza da pele, a mulher deve utilizar este creme após limpar a pele, de forma a que todas as propriedades sejam devidamente absorvidas.
A mulher pode conjugar este creme com uma limpeza da pele em três pequenos passos, ou seja, execute primeiro a limpeza mas substitua o creme final pelo creme de baba de caracol.
Este creme vai rejuvenescer a sua pele sem que para isso seja necessário um grande esforço, após 15 dias de utilização vai descobrir uma nova pele, lisa, sem manchas, sem acne e com um aspeto brilhante e nutrido.
Ao adquirir um destes cremes, opte por um que seja o mais natural possível pois por vezes as marcas de cosméticos têm tendência a colocar outros componentes, mas neste caso, o mais indicado é que seja o mais natural possível.
Abrace a natureza e descubra um rosto cada vez mais perfeito com o creme baba de caracol!

Imperiais, tremoços e caracóis: serão saudáveis?

Uma cerveja acompanhada por um prato de caracóis são alguns dos nossos tradicionais hábitos de verão. Falámos com uma nutricionista para saber se podem ser considerados saudáveis.

Chega o verão e não é apenas a temperatura que muda. Por muitas vezes ser sinónimo de férias, é sempre altura propícia para alguns deslizes no que concerne à alimentação. Na esplanada, sob o sol, regressa a vontade de partilhar uma conversa entre amigos à volta destes hábitos que, não nos sendo exclusivos, também são bem portugueses. Mas fica a questão: serão saudáveis? O melhor mesmo é irmos por partes.


Caracóis, os reis da esplanada



A nutricionista Ana Carolina Soares alerta que os caracóis "devem ser bem confecionados". Mas até podem ser um bom substituto para um lanche. Constituídos por água, ricos em proteínas e pobres em gorduras, os caracóis contém cálcio mas também cobre, ferro, magnésio, e zinco, o tipo de sais minerais que contribui para a saúde do organismo. Possuem um baixo valor calórico, de cerca de 100 quilocalorias por 100 gramas, e como na sua confeção são cozidos, mantém boa parte das suas propriedades. 



Em Portugal tornou-se um dos nossos clássicos de verão. E é normal vermos esplanadas ocupadas por gente tão diferente em torno de algo em comum: um prato de caracóis, sejam os mais pequenos, sejam os maiores, de concha castanha escura, mais conhecidos por caracoletas. Mas o hábito de comer caracóis não é nosso nem é de agora. Muito antes de nós, cerca de 300 A.C., já Aristóteles descrevera pormenores relativos à produção e consumo de caracóis. Alguns achados arqueológicos revelaram conchas de caracóis junto a vestígios de ossos e fogueiras, o que poderá querer dizer que já os nossos antepassados pré-históricos se sentavam "à mesa" para degustar um bom prato de caracóis. Embora para quem não aprecie caracóis, a principal razão seja uma simples questão de paladar e de estética – convenhamos que não é o prato mais bonito que já nos passou pela frente –, mesmo os seus apreciadores devem ter atenção ao que comem. É que apesar do valor nutritivo destes pequenos animais, a confeção pode conter extras, como bacon ou toucinho, que, embora apetitosos, aumentam inevitavelmente o valor calórico do prato. Mas o cuidado, alerta a nutricionista, deve estar também com "o pão e a manteiga", que muitas vezes acompanham o prato de caracóis.



A "saúde" de uma cerveja


Deixamos para o fim a rainha das nossas esplanadas: a cerveja. Entre as bebidas alcoólicas, a cerveja é das que tem menor teor alcoólico, algures entre 3 a 8% por volume. Trata-se de uma bebida já consumida há milhares de anos e apreciada pelos mais diversos povos. Em média, o seu valor calórico andará à volta de 42 calorias por 100 ml, o que quer dizer que uma lata de cerveja rondará as 130 calorias.



Como as bebidas alcoólicas fermentam com alguma facilidade no estômago, têm tendência a dilatá-lo. O que quer dizer que a expressão "barriga de cerveja", embora possa ter alguma validade, não deixa de ser algo preconceituosa: muitas outras bebidas alcoólicas têm o mesmo efeito. Apesar de tudo, se a opção for por uma cerveja, moderação é a palavra certa. A cerveja tem "vitaminas de complexo B, que são importantes em tudo o que é o processo de energia no nosso corpo". Mas quando perguntamos se tem mais benefícios do que malefícios, Ana Carolina Soares sorri, desconfiada da pergunta. "É discutível", mas também "dependerá da pessoa", esclarece.


Na verdade fruta e saladas continuam a ser algumas das opções mais leves e saudáveis para o verão. São frescas, saborosas e vão certamente ser eficazes quando o que se quer é manter uma barriga tonificada. Mas se no verão costumamos cometer alguns excessos, a verdade é que há claramente tradicionais piores do que outros. As batatas-fritas de pacote, snacks, gelados muito calóricos ou a já tradicional bola de Berlim na praia, acabam por ser opções com poucos benefícios do ponto de vista nutricional.



Por isso, se se sentar na esplanada em boa companhia, de espírito pronto para alguns excessos alimentares, se calhar a melhor opção é ficar pelos nossos tradicionais mais antigos. Um prato de tremoços ou de caracóis substituirá o lanche. E em vez de um refrigerante muito calórico, talvez até não seja má ideia escolher uma cerveja fresquinha. Não convém é abusar. E lembre-se: com ou sem álcool, beba com moderação. A barriga tonificada irá agradecer.

What do Land Snails Eat?

What do Land Snails Eat?

Snails tend to feed on a variety of items found in their natural habitat. What they will actually consume depends on where they live and the species of snail that they are. Some common items for their diet include plants, fruits, vegetables, and algae. Plants that are decaying are often a good meal for them. Seeking for calcium to get a thicker shell, snails usually will eat the dirt.
Most snail species are herbivores, which means they have only a plant diet, but some species are carnivores or omnivores. You will likely find snails around your garden as this offers them plenty of fresh plants and leaves to eat. If you use herbicides or pesticides on your plants you may be causing the death of many snails without even realizing it.

Snails as pests

Large numbers of snails though in a garden or even where farmers are growing crops can quickly become a serious problem. They will consume enough of what it growing to ruin the hard work that has been put into the area. If you are talking about a location where someone is growing food to eat or to sell then their livelihood is also being compromised. This is why people do all they can to prevent snails from consuming the agricultural crops that they are growing.
To be more humane, many that have gardens or farms strive to trap the snails that are in the vicinity rather than killing them. They either release them back into new environments or they will sell them as a source of food. Some of the easiest ways to trap them is to place lids from jars with beer in them in the garden.
For farmers that have too much land to do this, they have come up with another way to prevent damage to their crops. This involves placing 6 inch screens of copper that is placed in the ground. The slime from the snails doesn’t seem to mix very well with the copper and that means they will stay away from the foods that are growing. This process has been very successful.
Snails have to feed on foods that include large amounts of calcium. This is necessary to keep their shell hard and protective like it should be. When looking for food they use their powerful sense of smell to find their food. Snails can breathe through their skin and through an opening called the pneumostome visible on the right side of their bodies. (1) Snails have very poor vision so they can’t see what may be very close to them, but that is compensated with an excellent sense of smell.
Snails are nocturnal so they will be looking for sources of food during the night or during the very early morning hours. (2) They will consume more food at the colder months ahead come. This is so they can store up fat reserves to live on while some they hibernate during the winter.
When food sources are very low in the summer or spring months, they may voluntarily put their body into a state of hibernation as well. This allows them to conserve energy and not need to forage for additional food. This is a mechanism that allows them to be able to survive in difficult conditions of drought. (3)
They have a tongue that is very rough and the technical term for it is radula. They have rows of very small teeth that they use to scrap against the foods they want to consume. When you have snails as pets you want to pay close attention to their diet. If you feed them anything containing salt or sugar they will die.
They are often said to be very noisy eaters. However, the sounds you hear aren’t them consuming the food. Instead it is a part of the body called the radula which is tearing on what has been swallowed so it can find its way to the digestive tract.
(1)    http://www.pbs.org/kcet/shapeoflife/resources/snail.html

(2)    http://pss.uvm.edu/ppp/pubs/el14.htm
(3)    http://www.ipm.ucdavis.edu/PMG/PESTNOTES/pn7427.html

Mais algumas curiosidades sobre os caracóis

Não é costume dar-se muita importância àqueles pequenos moluscos rastejantes que temos no jardim ou vemos nos parques e quintais. 
Por vezes até os pisamos sem querer. Outras vezes, são servidos num prato, como petisco. 
Há quem não lhes ache piada alguma, mas já existe quem os queira conhecer melhor. 
Foi isso que aconteceu em 2009, ano dedicado a Darwin e à evolução, com um estudo que tinha como finalidade contar as espécies de caracóis terrestres e examinar o seu polimorfismo, isto é, perceber se as características da concha são ou não importantes para a sua sobrevivência.

Os resultados do estudo revelam que, em Portugal, predominam os Cepaea nemoralis. Sabe-se, também, que existem em maior número no litoral e que a sua presença quase não se nota no Algarve.

Entre os seus principais predadores figuram os tordos, aves que não são nada meigas na hora de comer os caracóis. 
Para lhes tirar a carapaça, os tordos têm de esmagá-la contra uma rocha ou uma superfície pedregosa. 
E alguma vez imaginaste que um pirilampo pode acabar com os caracóis? Pois é, aquele bichinho minúsculo injecta os ovos no corpo mole dos caracóis. Quando as larvas nascem, alimentam-se do corpo do caracol e este acaba por morrer.

Casinha protectora
Sabias que a carapaça do caracol funciona como camuflagem, ou seja, serve para o proteger dos predadores, quando tem uma cor que não se distinga da vegetação e que o faça passar despercebido? 
Por exemplo, um caracol branco numa zona muito escura seria logo descoberto e, por isso, atacado. O clima e o tipo de solo também têm uma grande influência na forma como o caracol consegue (ou não) sobreviver.

Caracóis e toxoplasmose na gravidez

Afinal as mulheres grávidas podem ou não comer caracóis?

Os caracóis se forem bem cozinhados não deverão representar qualquer perigo.
A toxoplasmose é transmitida através da carne crua, legumes, verduras e fruta mal lavadas.
Toxoplasmose
Podemos dizer que o caracol já é visto há muito tempo como "marisco" e também é cozinhado de igual modo.
Há grávidas que, devido ao medo da toxoplasmose, durante a gravidez não comem mariscos e no entanto o marisco é cozinhado.
Existem muitas mulheres grávidas que apesar de não serem imunes à toxoplasmose continuam a fazerem as suas vidas de forma normal.
É preciso, no entanto, ter alguns cuidados de higiene ao mexer em gatos e cães e lavar muito bem os legumes e as frutas se forem comidos crus.
Os enchidos e presuntos também há quem evite, ou então congela e depois descongela o que produz o mesmo efeito desinfectante que quando é cozinhado.
Se mexerem na terra deverão lavar bem as mãos pois pode conter resíduos de xixi e cloriformes fecais além de pelos de animais.



Quais as espécies de caracóis que são comestíveis ?

Rolanda Albuquerque de Matos, bióloga, é considerada a maior especialista nacional em caracóis.
Na verdade, explica a bióloga, só há em Portugal quatro espécies comestíveis: "Por ordem decrescente de tamanho: a caracoleta (nome científico mais conhecido, Helix aspersa), o maior caracol terrestre português; acaracoleta moura também conhecida como boca-negra na Madeira (Otala lactea); o amarelinho,riscadinho ou riscado, ou caracol-das-canas, o caracol português mais bonito pela grande variedade de cores que a concha pode apresentar (Cepaea nemoralis); e o caracol a que chamo caracol-das-cervejarias e os apreciadores caracol pequeno (Theba pisana). Um caracol (Helicella virgata) do mesmo tamanho e muito parecido com este último e que pode encontrar-se nos mesmos locais não tem valor gastronómico, pois dizem que é muito amargoso, referido por alguns como caracol-do-diabo."
 
 
 
 
 
Observação:
H. pomatia e H. aspersa são as duas espécies comestíveis que são mais utilizados na cozinha europeia.
O último é conhecido como caracol riscado.
 Caracol Branco :: Theba Pisana

Caracol Branco
(Theba Pisana)
Caracoleta Grande :: Helix Aspersa Maxima
Caracoleta Grande
(Helix Aspersa Maxima)
Caracoleta Canário :: Helix Cepaea
Caracoleta Canário
(Helix Cepaea)
Caracol Riscado :: Otala Lactea
Caracol Riscado

(Otala Lactea)

Curiosidades sobre os caracóis, ou “escargot”

Apenas três espécies de caracóis recebem a designação "controlée" de “escargot”

Existem milhares de espécies de caracóis no mundo mas apenas três recebem a designação "controlée" de “escargot” : o Bourgogne ou Helix pomatia linné, o Petit Gris ou Helix aspersa e o Gros Gris ou Helix aspersa máxima.

Qualquer outra espécie, comestível que seja, deverá ser chamada por seu nome comum local ou nome científico, sem confundí-la com os escargots. O erro mais comum, atualmente, é chamar a Achatina fulica de escargot sem apontar claramente a distinção.

O homem consome caracóis desde a pré-história. Suas conchas são encontradas empilhadas junto a utensílios culinários em diversos sítios arqueológicos.

A palavra caracol vem da raiz que significa girar. Os Romanos os chamavam de helix devido à concha em espiral. Os gregos kocklos por sua concha, que levou a coquilla ou caracol em espanhol, que ao poucos gerou escargol na França do s. XIV, atualmente escargot.

Os Gregos relatam o consumo da carne dos caracóis e os romanos acreditavam que os escargots curavam a bebedeira e a indigestão, sendo receitados aos doentes do estômago. Seus navios os recolhiam na Espanha e Norte da África para vender aos patrícios. Os Catalães também acreditavam que este hors-d’oeuvre facilitava a digestão de pratos suculentos e pesados.

Os marinheiros portugueses e espanhóis os levavam a bordo em suas longas viagens como mantimento de carne fresca.

O escargot foi consagrado na culinária francesa em 1814 quando o príncipe de Talleyrand ofereceu ao Czar da Rússia, Alexandre I, um prato de escargots, que foi degustado com satisfação evidente. O consumo do escargot alcançava o requintado uso de talheres especiais, para prender a concha e extrair a iguaria guardada em seu interior.




O Animal e sua Representação

Animal de hábito noturno, sua atividade depende das condições climáticas. Ele se fecha para se proteger das condições adversas, podendo passar meses e até anos, neste estado de hibernação ou estivação.

O caracol é uma figura presente em variadas áreas da vida – na arquitetura, esculpido na fachada de grandes catedrais, na pintura, escultura, cerâmica, é cantado na música e louvado em poesia. Mundo afora, o caracol está na mesa, nas brincadeiras das crianças e nas lendas imaginárias. Figura.

Na mitologia, os Deuses do Olimpo se regalavam com esta iguaria, cuja concha figurava em ouro. Por ser hermafrodita representa a androginia nas esferas místicas.

Na religião é símbolo da ressurreição: o escargot que desaparece no inverno emerge da terra na Páscoa. Anuncia a volta do sol e a vida após as chuvas da primavera perfazendo o ciclo da vida e da morte.

Nos campos ele é símbolo de fecundidade, presságio de felicidade, calor e luz.


O Escargot Curandeiro

De Hipócrates a nossos dias, tanto a medicina quanto a farmácia encontraram nos escargots, a partir dos derivados desse molusco – muco, carne e concha, um aliado para aliviar males humanos, no tratamento dos diversos órgãos do corpo.

A lista de sintomas tratáveis é extensa e as fórmulas de preparação das receitas, também. Dizem os textos que, macerados e aplicados em compressas, os escargots eliminam a flacidez dos seios, fervidos servem de xarope para aflições pulmonares, crus eles curam úlcera e atuam como laxativos, protegem a voz dos cantores, e vivos eliminam verrugas e cicatrizam queimaduras.

O escargot secreta substâncias que protegem e regeneram a pele e já serviram de base para cosméticos franceses, no passado. Hoje, assistimos à volta do uso de componentes animais em poderosos preparados com finalidade cosmética e, dentre estes, está o derivado do escargot, a helicilina.

Boa hipótese para se iniciar na criação de caracóis


Um leitor teve a simpatia de nos informar de um anúncio no OLX em que uma empresa de criação de caracóis, além da venda de alevins e reprodutores, aceita dar formação a quem pretenda iniciar-se na helicicultura mediante condições a combinar.

Como as formações nesta área são muito raras, e normalmente bastante caras, fica a dica para uma boa oportunidade através da qual, se optarem por iniciar-se, poderão ter a vantagem de conhecer profundamente a origem e qualidade dos vossos próprios reprodutores e alevins.


A empresa situa-se em Barcelos e os interessados podem contactar através do telemóvel  911 580 716.

 Quer iniciar uma criação de caracóis ?







Receitas caseiras para eliminar caracóis

Armadilhas para acabar com caracóis e lesmas:



1 – Cerveja


Uma das soluções mais populares é a aplicação de pratos com cerveja nas zonas mais afetadas. Coloca os pratos ao mesmo nível da terra do jardim e espera que as lesmas e os caracóis caiam lá dentro e se afoguem.
Verifica com regularidade as armadilhas e vai retirando a bicharada!






2 – Cinza, cascas de ovos e cascas de carvalho


As cinzas da lareira, cascas de ovos e de carvalho colocadas à volta das plantas repelem os caracóis e as lesmas pois provocam irritação e desidratação dos mesmos.





3 – Vasos de cerâmica de pernas para o ar


Uma das técnicas mais utilizadas é colocar vasos de cerâmica ao contrário, contra os raios solares e ligeiramente levantados do chão.

Esta técnica resulta muito bem, porque as lesmas e os caracóis estão sempre à procura de um local com sombra para descansarem e, desta forma, os vasos acabam por ser a armadilha perfeita. Inspeciona todos os dias e retira os animais viscosos que estejam no seu interior até que a infestação termine.


E depois de desinfestar aprenda a evitar os caracóis no jardim

Remove todos os detritos que estiverem espalhados no chão do jardim, como tijolos, tábuas, aparas de relva e as ervas daninhas, pois estes são locais tradicionais onde se escondem os caracóis e as lesmas – ao fazê-lo estarás a reduzir o seu habitat.

Livre-se dos caracóis no seu jardim ou horta

Os caracóis e as lesmas são os animais que podem surgir num jardim como pragas, e quando aparecem são uma autêntica dor de cabeça para todos os jardineiros. Saiba como se livrar dos caracóis e das lesmas dos seus legumes e evite que os seus legumes sejam comidos por eles.

Para cuidar de um jardim de vegetais, é necessário livrar-se dos caracóis e das lemas que lá possam existir, uma vez que estes animais podem destruir flores, plantas e vegetais. Os caracóis e as lesmas têm a capacidade de estragar uma plantação da noite para o dia. Para que tal não aconteça, siga as dicas seguintes:

IDENTIFIQUE O INIMIGO

Os caracóis têm formas e tamanhos diferentes. No entanto, a maioria apresenta 5 centímetros de comprimento e uma casca castanha do tamanho de uma bola de ténis de mesa. Tanto os caracóis como as lesmas são hermafroditas, o que significa que têm aparelhos reprodutores masculinos e femininos. Chegam a colocar mais de 400 ovos por ano e fazem-no, preferencialmente, sob escombros, pedras e plantas. As lesmas podem viver até aos 2 anos e os caracóis castanhos até aos 12 anos de idade e o aparecimento de ambos ocorre com mais frequência no início da primavera.

LIMPE CORRETAMENTE O SEU JARDIM

Remova todos os detritos que estiverem espalhados no chão do jardim, como os tijolos, as tábuas soltas, as aparas de relva e as ervas daninhas, pois, estes são os locais tradicionais onde se escondem os caracóis e as lesmas – ao fazê-lo estará a reduzir o seu habitat. Por outro lado, se produz o seu próprio fertilizante orgânico, tenha em atenção que as pilhas de compostagem não devem ficar perto do jardim, porque estas abrigam e servem de alimento para as lesmas e para os caracóis.

REMOVA OS CARACÓIS E AS LESMAS À MÃO

Verifique o estado das plantas do seu jardim e recolha à mão todos os caracóis e lesmas que encontrar. Os agapantos, os lírios e as flores perenes são as preferidas das lesmas e dos caracóis e, como tal, deve dedicar-lhes especial atenção. Por outro lado, quando anoitecer, utilize uma lanterna e siga as pistas brilhantes dos caracóis e das lesmas para as encontrar. Tenha em mente que as plantas que contactaram diretamente com este tipo de animais viscosos devem ser pulverizadas com água e sabão para ficarem mais protegidas contra futuros ataques.

PROTEJA A TERRA DO JARDIM

Para que a terra de um jardim fique o mais protegida possível contra a ação dos caracóis e das lesmas, é fundamental que seja espalhada uma camada de terra diatomácea natural ou agrícola em torno dos canteiros de flores e das plantas individuais. Este tipo de terra atua como um repelente junto dos insetos e é um produto seguro para o homem e para os animais, pois, além de ser natural, não produz resíduos tóxicos, nem reage a outras substâncias. Tenha em atenção que não deve utilizar iscas de veneno para matar as lesmas e os caracóis, porque elas são muito perigosas para a saúde das crianças e dos animais que possam frequentar o seu jardim.

INSTALE BARREIRAS EM TORNO DAS PLANTAS E CANTEIROS DE FLORES

Instale barreiras de cobre com um mínimo de 5 centímetros de largura à volta das plantas e dos canteiros de flores. Ao fazê-lo, estará a proteger a integridade dos seus legumes e vegetais e a manter a beleza do seu jardim. Por outro lado, também pode instalar barreiras naturais para impedir que os caracóis e as lesmas destruam as suas plantações. Coloque cascas de ovos e de carvalho à volta das plantas, uma vez que estes provocam a irritação e a desidratação das lesmas. Pode também utilizar certas ervas como o alecrim, a hortelã e até as algas para repelir os insetos. Assim como a cal, as cinzas de madeira e o farelo de aveia que têm propriedades exclusivas que conduzem à eliminação das lesmas e dos caracóis.

COLOQUE VASOS DE CERÂMICA INVERTIDOS NO JARDIM

Uma das técnicas mais utilizadas para remover os caracóis e as lesmas de um jardim de flores ou vegetais passa pela colocação de vasos de cerâmica de pernas para o ar. Estes vasos devem ser colocados contra os raios solares e ligeiramente levantados do chão, para que lá fiquem acumulados todos os animais viscosos. Esta técnica resulta muito bem, porque as lesmas e os caracóis estão constantemente à procura de um local com sombra para descansarem e, desta forma, os vasos de cerâmica acabam por ser a armadilha perfeita. Inspecione os vasos de cerâmica todos os dias e retire todos os animais viscosos que estejam no seu interior até que a infestação termine.

APLIQUE ARMADILHAS DE LESMAS E CARACÓIS NOS LOCAIS MAIS PROBLEMÁTICOS

Para erradicar uma infestação de lesmas e caracóis de um jardim, pode preparar algumas armadilhas. Uma das mais populares é a aplicação de jarros rasos com cerveja nas zonas mais afetadas. Coloque os jarros ao mesmo nível da terra do jardim e espere que as lesmas e os caracóis caiam lá dentro e se afoguem. Verifique com regularidade em que estado se encontram as armadilhas e, caso exista necessidade, coloque mais cerveja no interior dos respetivos jarros.

PREPARE UMA RECEITA CASEIRA

Se não quiser utilizar cerveja, prepare uma receita caseira para se livrar dos caracóis e das lesmas que se encontram no jardim. Uma das mais conhecidas passa por adicionar ½ colher de chá de mel e leveduras a 1 colher de sopa de açúcar na água de cada armadilha.

Talvez nunca consiga vencer a guerra contra as lesmas e caracóis porque a sua erradicação nunca será a 100%, mas ao seguir os passos apresentados consegue combater a sua existência de uma maneira segura e eficaz.

Procissão dos Caracóis em Nossa Senhora do Fetal

Procissão dos Caracóis Fetal
Procissão dos Caracóis em
Nossa Senhora do Fetal 

A festa de Nossa Senhora do Fetal é também conhecida como a “festa dos caracóis” por causa da sua tradicional e bem conhecida procissão noturna iluminada com cascas de caracóis, recolhidos pela população da freguesia, que nelas colocam azeite e uma torcida de algodão.

A festa integra três procissões: na primeira procissão, realizada no último sábado de setembro, à noite, a imagem de Nossa Senhora parte da Ermida do Fetal para a igreja paroquial.

A segunda procissão é no sábado seguinte, também à noite, em que se faz o percurso de regresso, devolvendo a imagem ao Santuário.

No domingo de manhã, começa uma nova procissão a partir da igreja em direcção à Ermida, onde já se encontra a imagem e onde é celebrada missa solene. A festa prossegue à tarde com a recolha de ofertas acompanhada pela filarmónica.

Já no arraial, é tradição, a filarmónica acompanhar o terço cantado.

Durante as procissões noturnas, todos os caminhos entre a igreja paroquial e o Santuário de Nossa Senhora do Fetal ficam iluminados com as cascas dos caracóis, que, por vezes, reproduzem imagens religiosas ou outros desenhos, fazendo com que a localidade do Reguengo do Fetal, nesses dois fins de semana, seja “vista com outros olhos”.

A produção de caracóis de Samuel Henriques

Samuel Henriques esteve sete anos nos pára-quedistas, em Tancos. Aproveitando a cessação do contrato, a vontade de montar um negócio e a busca por uma situação melhor da que lhe proporcionava o vencimento da Força Aérea, este ex-militar decidiu-se a criar caracóis, fixando para o primeiro ano uma meta que ronde as dez toneladas. A experiência piloto decorre neste momento no Peso (Santa Catarina).
A ideia de ser helicicultor (produtor de caracóis) surgiu por acaso quando, devido a um problema de saúde, o então pára-quedista esteve internado no hospital do Lumiar, antigo hospital da Força Aérea, entre Abril e Julho de 2013. Com tempo livre de sobra, Samuel Henriques fez abundantes pesquisas na Internet para a criação de caracóis, um projecto que o seu pai iniciara, sem sucesso, há 15 anos.
O seu primeiro projecto nesta área, iniciado em Setembro do ano passado, contava com um parque na freguesia de Salir de Matos, em que os caracóis eram alimentados só com produtos biológicos. “Mas não dava lucro porque demorava entre oito a 12 meses até o caracol ficar feito” contou.
Por isso, decidiu abandonar as boas intenções de criar um produto biológico e resolveu apostar numa farinha própria para alimentar caracóis. É que, no fim de contas, o mercado nacional não faz distinção entre os caracóis que são alimentados biologicamente e os que não o são. Por outro lado, ao reduzir o tempo de crescimento em um terço, consegue-se assim acelerar o processo de crescimento que passa a ser inferior a quatro meses.
A partir de Fevereiro deste ano o projecto ganhou, assim, nova forma. Samuel Henriques diz que objectivo passa agora por “perceber o quão rentável pode ser este negócio”. Um negócio que passa por comprar um lote inicial de caracóis pequenos, que depois crescem e se reproduzem. Para o fim deste mês, o helicicultor já prevê uma produção de oito toneladas destes moluscos.
Cada quilo de caracóis pode ser vendido a 2,50 euros no mercado nacional. Mas a aposta é na exportação, até porque “o mercado interno é difícil porque entra muito caracol de Marrocos com o qual é impossível competir” contou o empresário. Os preços que os produtores do Norte de África conseguem alcançar, “apesar de o caracol deles não ter tanta qualidade, são muitos mais baixos, visto que lá se praticam salários mais baixos também” disse.
A solução passa por exportar os caracóis para Espanha, Suíça, Itália e França.
“Potenciar os terrenos”
Inicialmente a ideia de Samuel Henriques era produzir morangos em regime de hidroponia com o apoio do PRODER, mas “não sabia como escoar 70 toneladas de morangos”, e entretanto os prazos para as candidaturas cessaram. O ex-militar sentia necessidade de “potenciar os terrenos” que possui no Peso (Santa Catarina) até porque ficou convencido que os caracóis “têm uma margem de lucro superior à dos morangos”. Por outro lado, o investimento inicial era reduzido, visto que já possuía “pequenas parcelas de terreno, água e as mangueiras” disse à Gazeta das Caldas.
Foi assim com muitas horas de trabalho dele próprio que conseguiu criar um habitat propício às espécies Helix Aspersa Maxima e Petis Gris.
Neste caso, o investimento foi reduzido, mas geralmente, para criar caracóis a céu aberto  num terreno de 2500 m2 são precisos 10.000 euros. Em estufa já ronda os 60.000 euros, mas com a vantagem é que a estufa permite produzir ao longo de todo o ano.
Samuel Henriques explica que um investimento deste tipo, para ser rentável, necessita de um mínimo de meio hectare, que possibilita produzir dez toneladas de caracóis a cada quatro meses.
Artigo de Isaque Vicente in Gazeta das Caldas

Aegista diversifamilia, nova espécie de caracóis

Cientistas escolheram o nome 'Aegista diversifamilia' para nova espécie.
Para os autores os caracóis hermafroditas representam diversidade sexual.

Cientistas da Universidade Nacional Regular de Taiwan resolveram manifestar seu apoio à luta pelo direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo de uma forma inusitada. Deram a uma nova espécie de caracol o nome de Aegista diversifamilia, em uma referência à diversidade de famílias possibilitada pelo casamento igualitário.
Nova espécie de caracol recebe nome que homenageia
 o casamento gay: 'Aegista diversifamilia' 

A descoberta da nova espécie foi publicada esta semana na revista científica "Zookeys".

Até hoje, essa espécie era confundida com aAegista subchinensis, caracol descrito em 1884 e amplamente distribuído em Taiwan. Um dos autores do estudo, Yen-Chang Lee, percebeu em 2003 que havia diferenças entre os exemplares encontrados no leste e no oeste de Taiwan.

A partir dessa observação, pesquisadores fizeram uma análise morfológica e aplicaram marcadores moleculares para verificar se havia diferenças entre os caracois das duas regiões. Os resultados mostraram que realmente se tratavam de espécies diferentes.

Na hora de nomear a nova espécie descoberta, surgiu a ideia de homenagear a diversidade das famílias. "Quando estávamos preparando o manuscrito, era um período em que Taiwan e muitos outros países e estados estavam lutando pelo reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo", diz Yen-Chang Lee.

"Isso nos lembrou que os caracois terrestres da ordem Pulmonata são animais hermafrodidas, o que significa que têm o órgão reprodutivo masculino e o feminino em um mesmo indivíduo. Eles representam a diversidade de orientação sexual no reino animal. Decidimos que talvez fosse uma boa ocasião de nomear o caracol para lembrar da luta pelo reconhecimento dos direitos do casamento entre pessoas do mesmo sexo", completa o pesquisador.

Andrew Zimmern, do Bizarre Foods, adorou os caracóis de Loures

Depois da presença do chef Anthony Bourdain no início do ano, a capital abriu portas ao apresentador do programa norte-americano Bizarre Foods, Andrew Zimmern.
A estreia do episódio dedicado às iguarias mais “bizarras”que se encontram em Lisboa foi ontem nos Estados Unidos, e o artigo com as fotos da experiência gastronómica era no mesmo dia o mais visto no site do Travel Channel.
Andrew Zimmern, do Bizarre Foods
O autodenominado ‘foodie’ e ex-concorrente do Masterchef Rodrigo Meneses foi um dos anfitriões e garante que Andrew Zimmern «gostou de tudo o que provou», sendo os pastéis de nata com caracóis e os bombons com caracóis, que experimentou na Feira do Caracol em Loures, o que mais o surpreendeu.
Mas mais do que mostrar a Zimmern as iguarias mais bizarras que existem em Portugal, o mais importante para Meneses «era mostrar o melhor que temos por cá». «Passamos pelo magnífico Ramiro, para provar o seu marisco fresco e muito bem cozinhado. Demos um salto ao Mercado da Ribeira para provar algumas das iguarias que por lá podem ser encontradas e depois fomos para Loures para o Festival do Caracol. Onde aí sim, pudemos provar coisas que podem ser consideradas “bizarras” para os estrangeiros mas bastante apreciadas cá pelo Burgo.»
Além da gastronomia, o apresentador visitou uma fábrica de conservas, apanhou percebes e «ficou encantado com a beleza de Lisboa e a hospitalidade de Portugal».
Se Zimmern voltar a Lisboa, Meneses já tem um roteiro gastronómico traçado. Voltaria a repetir a cabidela, mas num dos seus restaurantes preferidos, o Stop do Bairro, em Campo de Ourique, e «levava-o à Praia da Adraga para provar o excelente peixe grelhado que por lá servem». No intervalo, aproveitava para «uma visita rápida às várias tascas lisboetas com os seus petiscos deliciosos».

Patrícia Susano Ferreira @destak.pt
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