Arroz de coelho com caracóis

Arroz de coelho com caracóis

Tempo de Preparação: 40 a 60 min.   Receita para: 4 pessoas.

Ingredientes:

1 coelho; 
400g de arroz; 
2 dúzias de caracóis; 
1 tomate médio maduro; 
1 copo de azeite; 
salsa; açafrão; sal; 
1 pimento vermelho; 
limão; água.

Preparação:

Limpe bem os caracóis e coza-os numa panela. De seguida, corte o coelho e frite-o numa frigideira com azeite e sal, até dourar. Acrescente o pimento cortado em tiras e deixe alourar um minuto sem permitir que se queime, retire e deixe de parte, adicione o açafrão e o tomate. De seguida colocar o arroz, deixando-o fritar ligeiramente. Acrescente água (3 de água por 1 de arroz). Quando começar a ferver adicione o açafrão, a salsa, o sal e os caracóis, mantendo o lume alto durante 20 minutos, para posteriormente ir baixando o lume por etapas, levando cerca de 10 minutos até desligar. Deixe repousar com a panela tapada, durante 5 minutos, antes de servir.

O beijo dos caracóis

Vyacheslav Mischenko, fotógrafa ucraniana, é conhecida pelas imagens que faz com caracóis no seu ambiente natural. Desta vez, captou dois caracóis numa cereja, num ‘beijo’ que enternece. Mischenko considera que esta é uma das mais belas imagens que alguma vez conseguiu.

O beijo dos caracóis

Dois caracóis, duas cerejas e muita paciência, até ao clique no momento certo. Vyacheslav Mischenko voltou a mostrar as suas capacidades como fotógrafa, capaz de transportar da natureza os momentos mais enternecedores.

A foto foi conseguida em Zhytomyr Oblast, na Ucrânia. Vyacheslav viu as movimentações dos caracóis e percebeu que, com muita paciência, iria conseguir registar o beijo dos caracóis.

Foi um momento belo, como belos são os momentos que a natureza exibe. E Vyacheslav deixa um conselho: “As pessoas perdem tempo com o que é desinteressante. E se olhassem para a olhar para a natureza com mais atenção, conseguiriam testemunhar momentos tão belos como este”.

A fotógrafa ucraniana já conseguira imagens semelhantes, com os ‘beijos’ dos caracóis ao ambiente que os envolve. Esta é mais uma das fotografias brilhantes que junta ao seu longo portfólio.

Foto: Vyacheslav Mischenko/CATERS

Caracóis portugueses estão na moda

Produção já ultrapassou as 500 toneladas por ano e dá três milhões de euros.
A produção de caracóis em Portugal ultrapassou as 500 toneladas por ano. Segundo os dados divulgados esta quinta-feira na Lourinhã, no I Encontro Nacional de Helicicultores, está em causa um rendimento na ordem dos três milhões de euros.
De acordo com Paulo Geraldes, presidente da Cooperativa dos Helicicultores, há em Portugal cerca de 150 produtores espalhados de norte a sul do país. Este número equivale a uma área de produção de 300 hectares.
Nos últimos três anos o aumento de produtores foi na ordem dos 200% e deveu-se em parte ao financiamento comunitário. Este apoio por parte da União Europeia tem sido fundamental para a divulgação do produto a nível internacional e consequente incremento da produção e consumo interno.
Falamos de 13 mil toneladas de caracóis. Este é o número do consumo desta iguaria em Portugal. E embora seja um valor considerável, o alvo dos produtores é o mercado da exportação. Quando questionado sobre a razão para “ocupar” o mercado internacional com caracol português, Paulo Geraldes indica que “a qualidade do nosso produto” é de facto o elemento-chave.
Actualmente os países que fazem parte da lista de exportação são a Espanha, França e Itália e tem como mercados emergentes o asiático e o árabe. Geraldes volta a referir a qualidade como factor diferenciador “na promoção e aposta da comercialização internacional da helicicultura”.
Os mais jovens também estão interessados na produção de caracóis. Paulo Geraldes refere que os agricultores mais jovens são os que mais têm investido na área e mostram mais vontade de expandir e melhorar a qualidade do caracol português. “Os jovens agricultores fazem neste momento uma série de opções e análises dessas opções e alguns enveredam por outras áreas, como a pêra abacate, na zona sul, e os pequenos frutos, as ervas aromáticas, os cogumelos e alguns pela helicicultura”.

Caviar de caracol produzido no Algarve desafia chefes

O chamado "caviar branco", que mais não é que ovas de caracol e cujo preço pode atingir os 1.500 euros por quilograma, está a ser produzido no Algarve e a constituir um novo desafio para os chefes da alta cozinha.

O preço elevado deve-se à raridade do produto, já que cada caracol produz em média cerca de quatro gramas, uma vez por ano, e nem todos os ovos apresentam a qualidade exigida para a chamada cozinha 'gourmet'.
Caviar de Caracol Algarvio
"O nosso produto não é transformado, é puro e mantém-se puro desde a recolha até ao seu embalamento. Temos um pequeno segredo que nos permite ter o produto inalterado e quebrar o ciclo de crescimento do caracol", disse Altair Joaquim, sócio-gerente da CaviarBlanc, empresa responsável pela produção destas ovas, frisando que "é esse segredo" que garante a diferença e a qualidade da marca algarvia, produzida perto do concelho de Olhão.
Originalmente desenvolvido em França, o caviar de caracol começou a ser produzido em Portugal há já alguns anos, sendo toda a produção dirigida à exportação.
Altair Joaquim disse que a ideia de negócio da "CaviarBlanc" no Algarve surgiu há cerca de quatro anos, depois de se "debruçar sobre informações" que o pai trouxera de França sobre helicicultura, processo de criação e exploração de caracóis da espécie Helix Aspersa Maxima.
Há dois anos, a ideia consolidou-se e o projeto de Altair Joaquim foi aprovado e financiado por fundos comunitários no âmbito do PRODER, permitindo a construção de toda a estrutura necessária para a produção de caracóis, e a recolha, tratamento e acondicionamento dos ovos.
O responsável pela CaviarBlanc prevê que a produção de ovos de caracol possa atinja os 200 quilogramas por ano, depois da conclusão de todos os investimentos previstos [uma nova maternidade], o que deverá ocorrer até ao final deste ano.
Para escoar o produto, o empresário aposta nos mercados europeu e asiático, frisando que o grande objetivo é atingir "uma forte implantação nos Emirados Árabes Unidos e em Macau".
"Gostava de dizer que o nosso alvo é o mundo inteiro, para dar a provar o produto a toda a gente. Contudo, neste momento, focaliza-se em distribuidores dos produtos de alta qualidade a nível 'gourmet' e no setor da alta cozinha", explicou o produtor algarvio.
Em Portugal, a estratégia de promoção do "caviar branco" passa pelo contacto direto com chefes cozinheiros prestigiados, tendo conseguido que o produto começasse já a ser utilizado por Luís Mourão, responsável pelo restaurante Al Químia, do Epic Sana Algarve Hotel, um hotel de cinco estrelas de Albufeira.
"É um caviar diferente que não é utilizado com frequência, mas tem tido muito boa aceitação por parte dos clientes. Tem sido uma experiência interessante", disse Luís Mourão.
Apesar da boa reação que tem tido dos clientes, Luís Mourão reconheceu que, por vezes, se disser que se trata de ovas de caracol, o cliente "fica um pouco reticente". Se disser que é caviar branco, "fica bem, sai melhor".
Em plena cozinha, Luís Mourão explicou que a grande diferença entre o caviar tradicional de esturjão e o caviar de caracol está no sabor.
"Enquanto o outro [esturjão] sabe mais a mar, este tem um sabor a terra, um bocadinho mais salgado. São coisas completamente diferentes", descreveu.
'Escargot' com caviar branco e pão de pistacho, 'foie gras' -- fígado de pato ou ganso - temperado com caviar branco em vez da tradicional flor de sal e uma margarita onde o caviar branco substituiu novamente o sal são algumas propostas apresentadas por Luís Mourão e a sua equipa.
O chefe disse ter sido fácil associar os ovos de caracol aos pratos do seu menu que têm 'escargot' e que as características do próprio caviar propiciam a sua conjugação com outras iguarias.
A empresa 'CaviarBlanc' de Olhão está a direcionar a divulgação e comercialização do produto para os chefes de cozinha, disponibilizando cada frasco de 28 gramas por 42 euros.

Cuba invadida por gigantes africanos

Esta espécie pode crescer até ao tamanho de um rato e é uma ameaça às espécies locais e também para os humanos.

giant snail
Fotografia © Timur V. Voronkov | Wikimedia Commons
Cuba detetou uma invasão de caracóis gigantes africanos. Esta espécie chegou a Havana no verão passado, mas não se sabe a causa, anunciou a BBC.
A espécie, que cresce até ao tamanho de um rato, é extremamente destrutiva e a sua chegada ameaça outras espécies de moluscos que apenas existem em Cuba, pois comem muitas das plantas que encontram e que são vitais para a sobrevivência de outros seres vivos. Estes caracóis são, assim, considerados uma das piores pragas do mundo.
Os moluscos que invadiram Cuba, para além de se adaptarem rapidamente ao ecossistema, também se reproduzem de uma forma acelerada - conseguem pôr entre 100 a 300 ovos por mês.
Cuba vai tentar controlar a população destes caracóis, e posteriormente removê-los à mão, mas a erradicação é praticamente impossível.
Para além de ser perigosa para outras espécies, esta espécie de caracóis é também perigosa para os humanos porque transporta um parasita que causa meningite.
Os caracóis gigantes africanos já invadiram outros países como o Brasil e a Venezuela.

Notícia DN 20150216

Investigação: A vibração dos caracóis

Contra a doença vibroacústica 

Quatro estudantes dos Açores venceram o Concurso de Jovens Cientistas com uma investigação sobre os efeitos dos sons de baixa frequência na glândula digestiva dos caracóis.

A explosão foi de alegria com lágrimas à mistura. Quando o júri anunciou que a equipa da Escola Secundária da Lagoa, nos Açores, era a grande vencedora do concurso da IV Mostra Nacional de Ciência, organizada pela Fundação da Juventude, com o Programa de Biomonitorização da Doença Vibroacústica, os jovens não cabiam em si de contentes. Seguiram-se os restantes premiados, na certeza de que todos os concorrentes se sentiam ganhadores. O facto de estarem ali, no Museu da Electricidade, naquele dia, com uma exposição pública tão grande, já foi um “verdadeiro prémio”, como muitos acentuaram.

A doença vibroacústica (DVA) não é não muito conhecida, mas afecta milhares de pessoas em todo o mundo. Causada pela exposição excessiva aos RBF (sons com frequências iguais ou inferiores a 500 hertz), dentro deste grupo incluem-se os infra-sons (menos de 20 Hz), que não se ouvem mas se sentem. E é extremamente difícil um ser humano não se encontrar exposto aos RBF, nos nossos dias, pois existem muitas fontes.

Os RBF têm consequências em todo o organismo e, apesar de a grande maioria não ser perceptível ao ouvido humano, o organismo reage quando é exposto, sobretudo no que concerne ao tecido conjuntivo, pois há um aumento da produção de colagénio pelas células deste tecido, que se vai depositar em diversas estruturas cardíacas.

A acumulação excessiva provoca o aumento de rigidez destas estruturas, afectando o sistema circulatório, o que leva a uma distribuição anormal de oxigénio pelo organismo, causando, entre muitas outras patologias, a epilepsia. O tempo de exposição determina os sinais e sintomas demonstrados pela população sujeita a ambientes com RBF, sendo tanto mais graves quanto maior o tempo de exposição.

O estudo dos jovens açorianos consistiu no desenvolvimento de um programa que permitiu biomonitorizar os efeitos desta doença em seres vivos no seu meio natural. Até agora, apenas foram realizados estudos da DVA utilizando animais (mamíferos) em meio laboratorial, o que confere a este projecto um carácter inovador e mais próximo da realidade. Com vista à biomonitorização em meio natural desta doença, seleccionou-se como bioindicador, para este trabalho, o Helix aspersa (o vulgar caracol de jardim) e, como biomarcador, a sua glândula digestiva. Tendo como base medições sonoras prévias, procedeu-se em quatro locais diferentes da ilha de São Miguel à recolha de espécimes aos quais foi removida a glândula digestiva, após o que se iniciou um procedimento histológico, para obter preparações definitivas de todas as amostras, de modo a poder analisar o tecido conjuntivo.

Os resultados obtidos neste projecto levam a concluir que o Helix aspersa é um bom bioindicador para futuras pesquisas relacionadas com a DVA, e que a sua glândula digestiva, especificamente o tecido conjuntivo presente, é um bom biomarcador de efeito para o problema em estudo, o que permitirá a intervenção precoce no desenvolvimento da patologia e, assim, prevenir os efeitos mais graves desta doença.

Fonte: Superinteressante

Snail farming - European Commission

Interessante vídeo sobre a criação de caracóis a nível europeu e a sua expansão e possibilidades de crescimento. 
Legendado em Inglês.

Criação de caracóis na Austrália - SNAIL FARMING IN AUSTRALIA

Receita de Caracóis no Espeto

Mais uma receita deliciosa para surpreender os seus familiares e amigos

Ingredientes:
  • 8 a 10 caracóis (por pessoa) pré-cozidos e retirados da concha
  • tiras de bacon
  • cogumelos
  • 1 ovo batido
  • sal e pimenta a gosto
  • alho
  • farinha de trigo ou pão ralado
  • manteiga
  • azeite
Confecção:
  • Intercalar em cada espeto (bem pequeno) 1 ou 2 caracóis com pedacinhos de bacon e cogumelos. 
  • Passar por uma mistura de ovo batido com o azeite, o sal, a pimenta e o alho, e depois passar na farinha ou pão ralado. 
  • Fritar na manteiga, girando-os na frigideira até ficarem totalmente dourados. 
  • Servir em seguida.
  • Para acompanhar aconselhamos um vinho branco leve, bem fresco.

O caracol

Caracol

Os caracóis são moluscos gastrópodes, não são insectos como as moscas e os escaravelhos nem aracnídeos como as aranhas. Têm uma espécie de “pé” que lhes permite deslizar sobre um rasto de muco que segregam. Os caracóis deslocam-se muito devagar, mas conseguem fixar-se e subir ou descer sempre que for necessário.
Na sua generalidade, os caracóis são ao mesmo tempo macho e fêmea (hermafroditas) e podem acasalar com qualquer outro caracol da sua espécie, desde que este se mostre disponível!

É chique pedir escargots num restaurante, mas estes não passam de caracóis! 
Podemos comer os caracóis do nosso quintal desde que depois de capturados fiquem sem alimento durante uns dias, para limpar o seu sistema digestivo. 
São uma delícia!


Concha: é feita de cálcio, endurecida para proporcionar protecção contra a maioria dos predadores, mas não contra todas as aves.

Padrão: o padrão das conchas dos caracóis difere de espécie para espécie. No entanto, na mesma espécie, alguns indivíduos exibem uma coloração diferente.

Espiral: no sentido dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário, consoante a espécie.

Alimento: principalmente plantas, mas certos caracóis são predadores e comem outros caracóis, também podem comer excrementos de aves.

“Pé”: os caracóis deslocam-se usando o seu músculo ventral que é muito desenvolvido.

Tentáculos: na extremidade dos tentáculos ficam os olhos do caracol.

Pele: sensível, depende da protecção da concha para não secar.

Muco: permite a deslocação do caracol, protege-lhe a pele e ajuda-o a fixar-se em superfícies lisas, como as folhas.

Rádula: “língua”, tipo ralador, que lhes permite desfazer a comida.


Espécie em vias de extinção: os caracóis podem parecer animais vulgares, mas alguns encontram-se ameaçados de extinção. Por exemplo, muitas espécies do género Partula encontram-se extintas na natureza devido à acção do Homem. Outras existem apenas em cativeiro, reproduzindo-se em jardins zoológicos.

Pragas: certas espécies de caracóis podem constituir uma praga para os agricultores quando devoram as plantas cultivadas.

Reprodução: os caracóis têm uma corte elaborada que se inicia pelo disparo de um dardo “de amor” por ambos, que os predispõe para o acasalamento! Depois de acasalarem, ambos podem pôr ovos.

Postura: os caracóis escavam um buraco e enterram entre 30 a 50 ovos no chão. Estes ovos são redondos e possuem uma casca branca dura.

Desenvolvimento directo: quando os ovos eclodem, os jovens caracóis já têm a respectiva concha e crescem até atingir o estado adulto.

Espécies: conhecem-se cerca de 35 mil espécies de gastrópodes que incluem os caracóis e as lesmas. Os gastrópodes pertencem ao grupo dos moluscos que são na sua maioria aquáticos, e entre as quais se incluem os bivalves, os polvos e as lulas.

Caviar de caracol algarvio a 1500 euros o quilo

Jovem de 29 anos aposta em negócio inovador e prepara-se para exportar para China e Dubai


Aquele que poderia ser considerado o jovem mais empreendedor do Algarve, Altair Joaquim, de 29 anos, está a apostar forte na criação e produção de “caviar” de caracol, na zona de Olhão, e já se prepara para exportar para a China e o Dubai. 
As ovas são consideradas super exclusivas já que são bastante raras. 
Um quilo pode valer mais de 1500 euros, conta o jovem algarvio, que há quatro anos criou a ‘Caviar Blanc’ para se dedicar a este “produto inovador” e com um enorme potencial. Altair sonha tornar o Algarve num local de grande relevo na produção deste tipo de caviar…

Escargot Caviar

If you think gathering sturgeon caviar is hard, consider this: scientists say that when snails make love, it can take anywhere from seven hours to a few years to complete the act, after which the snails lay only about 100 eggs in the dirt.
That’s a lot of love that goes into those eggs, and for a few enterprising, daring chefs, those eggs are an earthy, woodsy garnish for blinis, salads, or soups. For Chef Matthew Dolan of San Francisco’s Twenty-Five Lusk, the tiny white pearls have become an obsession that he took back with him from Finland.
“I heard about them in Helsinki, where there’s a very deep fish egg culture, but I didn’t try them,” Dolan says. At least initially, he was understandably turned off by the idea of eating snail eggs. But thanks to a stubborn purveyor who kept foisting tins of the unusual ovaries on him, Dolan relented. “I had the idea that it would be the slimiest, nastiest thing out there,” he says. “But I was wrong. It tasted like the forest floor. The flavors were more like aromas. It was like a pine forest on a warm summer day.”
His initial distaste has quickly molted into obsession, and a need to find the perfect flavor combination for the pearly white caviar, which resemble cooked Israeli couscous but have a firmer texture. “After I tasted the caviar, I couldn’t stop talking about it. I ended up eating half the tin. My wife was like, ‘if I hear about escargot caviar one more time…’”
Dolan might be abundant in his praise, but escargot caviar actually has an understated elegance. It’s almost like a flavor Rorschach test: the caviar tastes different to everybody. For some, the eggs bring out hints of pine, mushroom, and rosemary. For Dolan’s sommelier, they tasted a bit like grape leaves (“maybe the snails were snacking on them that day? I dunno,” he says). Some, like Kelly Stern, owner of Beverly Hills Caviar, say they taste like non-spicy onions. One thing has been almost universal, though: diners at Twenty-Five Luskhave almost all taken to snail caviar with wide-eyed pleasure. “They all go in expecting one thing, something very assertive, and then they’re amazed that it’s so mild and pleasant,” Dolan says. “It’s like a surprise and a relief at the same time.”

PURVEYOR STARTS THE SLOW(ER) FOOD MOVEMENT

Snail caviar is a rare product in Europe, and rarer still in the United States—mostly because for years the eggs were thought bland and tasteless. But several years ago a former French chef-turned-snail-harvester decided to change up the cultivation process, which has now led to a tiny but burgeoning snail caviar industry and a growing appetite for the eggs.
Many credit the growing popularity to Dominique Pierru, who in 2004 claims he and his wife “wanted to have a more stable, sedentary profession and snail breeding was the perfect answer.” Pierru claims to have removed the pasteurization process, which had previously dulled the caviar’s earthy flavors, instead simply quick-blanching the eggs in a hot bouillon and then curing them in sea salt, starch, citric acid, and rosemary.
Because of the labor involved—each snail lays only 100 eggs a year—a 30-gram tin of snail caviar can run upwards of $100, more than most domestic sturgeon roe (but not as much as the best Osetra caviar, which still reigns supreme).
Some chefs have run across the caviar by accident, and may start including the item in dishes. Former Chez TJ Chef Joey Elantario says he ran across dollops of snail caviar in the Palo Alto, California, restaurant’s garden, but harvesting enough of the eggs for a dish would be near-impossible. “They were great, though. We [the kitchen staff] snacked on them,” he says.

NOT IN THE CHAMPAGNE ROOM

One mistake some chefs might make is treating snail caviar like its fishy cousin. “We see it as a very fine way to serve something that tastes faintly like vegetables,” says Stern, whose company has sold snail eggs for five years and is now offering tins of it at new caviar vending machines. “You have to eat something else to understand its flavor. On its own it’s not impressive, but in contrast it shows off its flavor.”
Even the time-tested caviar combo of blinis, crème fraîche, and Champagne becomes tricky with snail eggs, which are far less assertive and taste much earthier than sturgeon. “You need to get away from blini and crème fraîche,” Dolan says.
StarChefs.com tasted Dolan’s second attempt at flavor pairing snail caviar, an ahi tuna appetizer with vanilla powder and avocado mousse. The caviar gave a nice balance to the fish and served almost as a truffle addition—gilding the lily with a bit of luxury beyond the reach of most mortals.

Produção de caracóis rende três milhões e está a crescer em Portugal

A produção de caracóis em Portugal ultrapassa as 500 toneladas/ano e rende três milhões de euros, mas pode crescer muito se multiplicar as exportações, segundo dados divulgados hoje na Lourinhã no I Encontro Nacional de Helicicultores.

A informação disponibilizada aponta para a existência de centena e meia de produtores, de norte a sul do país, e 300 hectares de área de produção.

Entre 2012 e 2013, o número de produtores aumentou mais de 200%, graças em parte ao financiamento comunitário de projetos.

Antes de 2009, estima-se, existiriam apenas cinco produtores em todo o país, mas a procura por áreas de negócio alternativas à agricultura tem vindo a atrair investidores e em 2013 os produtores eram já mais de 60.

A Helixcoop, a única cooperativa de helicicultores a nível nacional, tinha 13 associados em 2011, quando foi constituída, e hoje possui cerca de 30. 

Em Portugal, são consumidas por ano cerca de 13 mil toneladas de caracóis, de várias espécies, por ano. 

Dados de 2014 apontam para mais de 500 toneladas produzidas e três milhões de euros faturados. Desta produção, 80 a 90% tem como destino o mercado nacional, mas em 2014 o país importou 1,1 toneladas, adquiridas a um preço médio de um euro por cada quilograma.

Em contrapartida, exportou 22,6 toneladas, vendendo o produto a um preço médio de três euros o quilograma e tendo como principais mercados a Espanha, França, Itália, os grandes concorrentes de Portugal no mercado externo. Entre os mercados emergentes estão países asiáticos e árabes.

Os helicicultores querem, por isso, valorizar a produção nacional, combatendo a entrada de outras espécies, como a "caracoleta de Marrocos", vendida a baixos preços e sem grande qualidade, e apostando na exportação e na transformação do produto, por exemplo, com a venda de miolo de caracol ou pratos já confecionados.

"É um produto com grande valor nutricional, nomeadamente proteico, e pode substituir muitas carnes, por ter baixo teor de gorduras", explicou Paulo Geraldes, presidente da Helixcoop, que tem sede na Lourinhã.

Os caracóis têm também compostos bioativos que previnem o cancro, motivo pelo qual os ovos e a baba de caracol são procurados pela indústria farmacêutica. O helicicultor adiantou que 1 a 2% da produção tem já esse destino.

A Helixcoop está a desenvolver um projeto para criar a primeira organização de produtores do país, no sentido de organizar a produção e criar canais de comercialização, não só junto de cadeias de hipermercados nacionais, que já absorvem 15 a 20 toneladas, bem como no estrangeiro.

LUSA

Já conhece o creme de baba de caracol ?

Qualquer mulher que se preocupe com o seu aspeto, sabe a importância de manter um rosto belo e bem cuidado. Um dos grandes segredos é manter a pele do rosto sempre hidratada, até como forma de evitar as rugas nas mulheres mais jovens, no entanto isto não soluciona todos os problemas que a pele possa ter.
creme de baba de caracol é um creme que utiliza precisamente a baba do caracol como ingrediente principal, apesar de esta ideia poder parecer estranha inicialmente, verá que este creme terá efeitos fantásticos na sua pele.
O caracol produz esta baba para conseguir regenerar a sua casca e se o consegue, imagine o que este creme não pode fazer pela sua pele.
O creme de baba de caracol é especialmente indicado para mulher que tem manchas no rosto ou problemas de acne. Existem inúmeras soluções no mercado mas infelizmente, muitas delas acabam por não fazer qualquer efeito, já o creme de baba de caracol por ter uma abordagem completamente diferente, irá provocar melhorias na sua pele do rosto que são visíveis logo após a segunda aplicação.
Conheça o creme que está em voga atualmente e saiba o que ele pode fazer pela sua pele.

Benefícios do creme baba de caracol

Já sabe que o caracol utiliza esta baba para conseguir regenerar a sua casca, descubra agora os benefícios para o seu rosto. Mesmo que não tenha alguns problemas para os quais este creme é indicado, como acne, poderá utilizar o creme de qualquer das formas.
O creme de baba de caracol é natural e sem contra-indicações conhecidas, portanto poderá utilizar como o seu creme habitual. Entre os benefícios deste creme destacamos:
  • Contém alantoína que possibilita a regeneração da pele;
  • Possui vitaminas e proteínas que enriquecem, dão suavidade e possuem um efeito anti-inflamatório;
  • Contém antibióticos naturais que combatem as bactérias da pele, ajudando assim a eliminar o acne;
  • É rico em colagénio e elastina que são componentes do tecido conectivo da pele, logo ajuda a eliminar as rugas;
  • Possui ainda ácido glicólico que permite a esfoliação ou o “peeling”;
  • Entre outros.
Como pode verificar,  o creme de baba de caracol é como a maquilhagem invisível, mantém a sua pele lisa, suave e hidratada, dando-lhe um aspeto saudável sem o uso de qualquer maquilhagem. A partir da primeira utilização vai notar a suavidade na pele, mas a partir da segunda utilização já conseguir verificar que a sua pele se encontra mais lisa e uniforme.
Como utilizar o creme baba de caracol?
O creme de baba de caracol não necessita de condições especiais para a aplicação. Sendo um creme natural que utiliza elementos presentes na natureza, o creme de baba de caracol pode ser utilizado como creme de dia ou de noite. No entanto, uma vez que a maior parte da regeneração da pele ocorre enquanto dormimos, recomendamos a aplicação de noite (se não puder utilizar de dia e de noite).
Para uma maior eficácia e consequente beleza da pele, a mulher deve utilizar este creme após limpar a pele, de forma a que todas as propriedades sejam devidamente absorvidas.
A mulher pode conjugar este creme com uma limpeza da pele em três pequenos passos, ou seja, execute primeiro a limpeza mas substitua o creme final pelo creme de baba de caracol.
Este creme vai rejuvenescer a sua pele sem que para isso seja necessário um grande esforço, após 15 dias de utilização vai descobrir uma nova pele, lisa, sem manchas, sem acne e com um aspeto brilhante e nutrido.
Ao adquirir um destes cremes, opte por um que seja o mais natural possível pois por vezes as marcas de cosméticos têm tendência a colocar outros componentes, mas neste caso, o mais indicado é que seja o mais natural possível.
Abrace a natureza e descubra um rosto cada vez mais perfeito com o creme baba de caracol!

Imperiais, tremoços e caracóis: serão saudáveis?

Uma cerveja acompanhada por um prato de caracóis são alguns dos nossos tradicionais hábitos de verão. Falámos com uma nutricionista para saber se podem ser considerados saudáveis.

Chega o verão e não é apenas a temperatura que muda. Por muitas vezes ser sinónimo de férias, é sempre altura propícia para alguns deslizes no que concerne à alimentação. Na esplanada, sob o sol, regressa a vontade de partilhar uma conversa entre amigos à volta destes hábitos que, não nos sendo exclusivos, também são bem portugueses. Mas fica a questão: serão saudáveis? O melhor mesmo é irmos por partes.


Caracóis, os reis da esplanada



A nutricionista Ana Carolina Soares alerta que os caracóis "devem ser bem confecionados". Mas até podem ser um bom substituto para um lanche. Constituídos por água, ricos em proteínas e pobres em gorduras, os caracóis contém cálcio mas também cobre, ferro, magnésio, e zinco, o tipo de sais minerais que contribui para a saúde do organismo. Possuem um baixo valor calórico, de cerca de 100 quilocalorias por 100 gramas, e como na sua confeção são cozidos, mantém boa parte das suas propriedades. 



Em Portugal tornou-se um dos nossos clássicos de verão. E é normal vermos esplanadas ocupadas por gente tão diferente em torno de algo em comum: um prato de caracóis, sejam os mais pequenos, sejam os maiores, de concha castanha escura, mais conhecidos por caracoletas. Mas o hábito de comer caracóis não é nosso nem é de agora. Muito antes de nós, cerca de 300 A.C., já Aristóteles descrevera pormenores relativos à produção e consumo de caracóis. Alguns achados arqueológicos revelaram conchas de caracóis junto a vestígios de ossos e fogueiras, o que poderá querer dizer que já os nossos antepassados pré-históricos se sentavam "à mesa" para degustar um bom prato de caracóis. Embora para quem não aprecie caracóis, a principal razão seja uma simples questão de paladar e de estética – convenhamos que não é o prato mais bonito que já nos passou pela frente –, mesmo os seus apreciadores devem ter atenção ao que comem. É que apesar do valor nutritivo destes pequenos animais, a confeção pode conter extras, como bacon ou toucinho, que, embora apetitosos, aumentam inevitavelmente o valor calórico do prato. Mas o cuidado, alerta a nutricionista, deve estar também com "o pão e a manteiga", que muitas vezes acompanham o prato de caracóis.



A "saúde" de uma cerveja


Deixamos para o fim a rainha das nossas esplanadas: a cerveja. Entre as bebidas alcoólicas, a cerveja é das que tem menor teor alcoólico, algures entre 3 a 8% por volume. Trata-se de uma bebida já consumida há milhares de anos e apreciada pelos mais diversos povos. Em média, o seu valor calórico andará à volta de 42 calorias por 100 ml, o que quer dizer que uma lata de cerveja rondará as 130 calorias.



Como as bebidas alcoólicas fermentam com alguma facilidade no estômago, têm tendência a dilatá-lo. O que quer dizer que a expressão "barriga de cerveja", embora possa ter alguma validade, não deixa de ser algo preconceituosa: muitas outras bebidas alcoólicas têm o mesmo efeito. Apesar de tudo, se a opção for por uma cerveja, moderação é a palavra certa. A cerveja tem "vitaminas de complexo B, que são importantes em tudo o que é o processo de energia no nosso corpo". Mas quando perguntamos se tem mais benefícios do que malefícios, Ana Carolina Soares sorri, desconfiada da pergunta. "É discutível", mas também "dependerá da pessoa", esclarece.


Na verdade fruta e saladas continuam a ser algumas das opções mais leves e saudáveis para o verão. São frescas, saborosas e vão certamente ser eficazes quando o que se quer é manter uma barriga tonificada. Mas se no verão costumamos cometer alguns excessos, a verdade é que há claramente tradicionais piores do que outros. As batatas-fritas de pacote, snacks, gelados muito calóricos ou a já tradicional bola de Berlim na praia, acabam por ser opções com poucos benefícios do ponto de vista nutricional.



Por isso, se se sentar na esplanada em boa companhia, de espírito pronto para alguns excessos alimentares, se calhar a melhor opção é ficar pelos nossos tradicionais mais antigos. Um prato de tremoços ou de caracóis substituirá o lanche. E em vez de um refrigerante muito calórico, talvez até não seja má ideia escolher uma cerveja fresquinha. Não convém é abusar. E lembre-se: com ou sem álcool, beba com moderação. A barriga tonificada irá agradecer.

What do Land Snails Eat?

What do Land Snails Eat?

Snails tend to feed on a variety of items found in their natural habitat. What they will actually consume depends on where they live and the species of snail that they are. Some common items for their diet include plants, fruits, vegetables, and algae. Plants that are decaying are often a good meal for them. Seeking for calcium to get a thicker shell, snails usually will eat the dirt.
Most snail species are herbivores, which means they have only a plant diet, but some species are carnivores or omnivores. You will likely find snails around your garden as this offers them plenty of fresh plants and leaves to eat. If you use herbicides or pesticides on your plants you may be causing the death of many snails without even realizing it.

Snails as pests

Large numbers of snails though in a garden or even where farmers are growing crops can quickly become a serious problem. They will consume enough of what it growing to ruin the hard work that has been put into the area. If you are talking about a location where someone is growing food to eat or to sell then their livelihood is also being compromised. This is why people do all they can to prevent snails from consuming the agricultural crops that they are growing.
To be more humane, many that have gardens or farms strive to trap the snails that are in the vicinity rather than killing them. They either release them back into new environments or they will sell them as a source of food. Some of the easiest ways to trap them is to place lids from jars with beer in them in the garden.
For farmers that have too much land to do this, they have come up with another way to prevent damage to their crops. This involves placing 6 inch screens of copper that is placed in the ground. The slime from the snails doesn’t seem to mix very well with the copper and that means they will stay away from the foods that are growing. This process has been very successful.
Snails have to feed on foods that include large amounts of calcium. This is necessary to keep their shell hard and protective like it should be. When looking for food they use their powerful sense of smell to find their food. Snails can breathe through their skin and through an opening called the pneumostome visible on the right side of their bodies. (1) Snails have very poor vision so they can’t see what may be very close to them, but that is compensated with an excellent sense of smell.
Snails are nocturnal so they will be looking for sources of food during the night or during the very early morning hours. (2) They will consume more food at the colder months ahead come. This is so they can store up fat reserves to live on while some they hibernate during the winter.
When food sources are very low in the summer or spring months, they may voluntarily put their body into a state of hibernation as well. This allows them to conserve energy and not need to forage for additional food. This is a mechanism that allows them to be able to survive in difficult conditions of drought. (3)
They have a tongue that is very rough and the technical term for it is radula. They have rows of very small teeth that they use to scrap against the foods they want to consume. When you have snails as pets you want to pay close attention to their diet. If you feed them anything containing salt or sugar they will die.
They are often said to be very noisy eaters. However, the sounds you hear aren’t them consuming the food. Instead it is a part of the body called the radula which is tearing on what has been swallowed so it can find its way to the digestive tract.
(1)    http://www.pbs.org/kcet/shapeoflife/resources/snail.html

(2)    http://pss.uvm.edu/ppp/pubs/el14.htm
(3)    http://www.ipm.ucdavis.edu/PMG/PESTNOTES/pn7427.html

Mais algumas curiosidades sobre os caracóis

Não é costume dar-se muita importância àqueles pequenos moluscos rastejantes que temos no jardim ou vemos nos parques e quintais. 
Por vezes até os pisamos sem querer. Outras vezes, são servidos num prato, como petisco. 
Há quem não lhes ache piada alguma, mas já existe quem os queira conhecer melhor. 
Foi isso que aconteceu em 2009, ano dedicado a Darwin e à evolução, com um estudo que tinha como finalidade contar as espécies de caracóis terrestres e examinar o seu polimorfismo, isto é, perceber se as características da concha são ou não importantes para a sua sobrevivência.

Os resultados do estudo revelam que, em Portugal, predominam os Cepaea nemoralis. Sabe-se, também, que existem em maior número no litoral e que a sua presença quase não se nota no Algarve.

Entre os seus principais predadores figuram os tordos, aves que não são nada meigas na hora de comer os caracóis. 
Para lhes tirar a carapaça, os tordos têm de esmagá-la contra uma rocha ou uma superfície pedregosa. 
E alguma vez imaginaste que um pirilampo pode acabar com os caracóis? Pois é, aquele bichinho minúsculo injecta os ovos no corpo mole dos caracóis. Quando as larvas nascem, alimentam-se do corpo do caracol e este acaba por morrer.

Casinha protectora
Sabias que a carapaça do caracol funciona como camuflagem, ou seja, serve para o proteger dos predadores, quando tem uma cor que não se distinga da vegetação e que o faça passar despercebido? 
Por exemplo, um caracol branco numa zona muito escura seria logo descoberto e, por isso, atacado. O clima e o tipo de solo também têm uma grande influência na forma como o caracol consegue (ou não) sobreviver.

Caracóis e toxoplasmose na gravidez

Afinal as mulheres grávidas podem ou não comer caracóis?

Os caracóis se forem bem cozinhados não deverão representar qualquer perigo.
A toxoplasmose é transmitida através da carne crua, legumes, verduras e fruta mal lavadas.
Toxoplasmose
Podemos dizer que o caracol já é visto há muito tempo como "marisco" e também é cozinhado de igual modo.
Há grávidas que, devido ao medo da toxoplasmose, durante a gravidez não comem mariscos e no entanto o marisco é cozinhado.
Existem muitas mulheres grávidas que apesar de não serem imunes à toxoplasmose continuam a fazerem as suas vidas de forma normal.
É preciso, no entanto, ter alguns cuidados de higiene ao mexer em gatos e cães e lavar muito bem os legumes e as frutas se forem comidos crus.
Os enchidos e presuntos também há quem evite, ou então congela e depois descongela o que produz o mesmo efeito desinfectante que quando é cozinhado.
Se mexerem na terra deverão lavar bem as mãos pois pode conter resíduos de xixi e cloriformes fecais além de pelos de animais.



Quais as espécies de caracóis que são comestíveis ?

Rolanda Albuquerque de Matos, bióloga, é considerada a maior especialista nacional em caracóis.
Na verdade, explica a bióloga, só há em Portugal quatro espécies comestíveis: "Por ordem decrescente de tamanho: a caracoleta (nome científico mais conhecido, Helix aspersa), o maior caracol terrestre português; acaracoleta moura também conhecida como boca-negra na Madeira (Otala lactea); o amarelinho,riscadinho ou riscado, ou caracol-das-canas, o caracol português mais bonito pela grande variedade de cores que a concha pode apresentar (Cepaea nemoralis); e o caracol a que chamo caracol-das-cervejarias e os apreciadores caracol pequeno (Theba pisana). Um caracol (Helicella virgata) do mesmo tamanho e muito parecido com este último e que pode encontrar-se nos mesmos locais não tem valor gastronómico, pois dizem que é muito amargoso, referido por alguns como caracol-do-diabo."
 
 
 
 
 
Observação:
H. pomatia e H. aspersa são as duas espécies comestíveis que são mais utilizados na cozinha europeia.
O último é conhecido como caracol riscado.
 Caracol Branco :: Theba Pisana

Caracol Branco
(Theba Pisana)
Caracoleta Grande :: Helix Aspersa Maxima
Caracoleta Grande
(Helix Aspersa Maxima)
Caracoleta Canário :: Helix Cepaea
Caracoleta Canário
(Helix Cepaea)
Caracol Riscado :: Otala Lactea
Caracol Riscado

(Otala Lactea)
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